bunda de pano

Relato sobre meu bunda de pano

fevereiro 15, 2018

A primeira vez que ouvi falar nas fraldas de pano ecológicas, admito, achei o cúmulo da bichogrilagem, mas fiquei muito curiosa (clássica geminiana que não resiste a uma novidade!).


Não entendi direito a dinâmica e nem de longe me dava conta do quão agressivas ao meio ambiente são as fraldas descartáveis.

Ao longo dos anos de maternagem as coisas foram se encaixando. Lia uma blogueira ali, assistia um vídeo de outra lá e aos poucos comecei a sentir que poderia ser interessante e saudável a experiência.


Comecei me informando através dos vídeos da marca “Nós e o Davi”. A Laís é ótima e explica tudo
nos mínimos detalhes. 

Quando estávamos iniciando as tentativas para a segunda gestação, mostrei pro maridón os vídeos, ele embarcou na ideia é alí decidimos que quando o baby viesse, usaria fraldas de pano ecológicas! 

Não demorou muito para Tito despontar!

Até que algum tempo depois soube de uma Feira de Fraldas Ecológicas aqui em Porto Alegre. 
Fomos visitar e lá fui super bem acolhida. Especialmente pela Cris Messa e a Keila, duas mulheres inspiradoras. 

A Cris simplesmente me deu uma aula sobre as fraldas, seus usos, e a sua linda disponibilidade de fazer o chá de fraldas ecológico, (a parte do chá eu agradeço, como já contei aqui, não sou muito adepta). Fiquei impressionada como um bebê produz tanto lixo com o uso das descartáveis, em média 1tonelada! Ainda brincamos que se Dom Pedro II tivesse usado fralda descartável elas ainda não teriam se decomposto, porque leva mais de 500 anos para isso. Chocante!

Um bebê usa em média 5500 unidades de fraldas descartáveis até o desfralde, que podem ser substituídas por um enxoval de 20 fraldas. (o problema é que são tão lindas, que a gente não aguenta e acaba comprando um pouco mais, hehehe).

Sem contar na economia para o bolso de mamãe e papai. É realmente alto impacto no montante final de gasto com cocô e xixi.

Saí da feira planejando a compra do enxoval todo de pano.

E assim o fizemos. Em julho passamos (Di, Olga e eu) uma agradável tarde chuvosinha conversando com a Cris, seu companheiro e a linda pequena Sofia e nos deliciando na escolha das fraldas de Tito.

Estava decretado nosso uso de fraldas ecológicas brasileiras!

enxoval pronto, mamãe ansiosa!

Se eu ainda tinha dúvidas?

Na hora eu até achava que não... mas quando ele nasceu deu um frio na barriga e aquele medinho de mais essa novidade em nossa rotina.

Quando Tito nasceu

Na mala da maternidade eu não levei fraldas de pano.
Estava muito focada no meu parto, e sabia e continuo sabendo que dentro de hospital a coisa é bem menos amorosa e compreensiva. Por mais humanizado que o hospital que ganhei Tito se diga, tá muito longe do ideal. Muito mesmo.
Sei que fui muito feliz na escolha da obstetra e da Doula, mas de resto, as profissionais que participaram daquele momento estavam me achando uma índia, uma mulher das cavernas, que “preferia sentir dor”, do que “resolver” rapidamente a via de nascimento do meu filho. Não que eu me importe com o que pensavam. Mas isso incomodou. Sou capaz de lembrar e sentir aqueles olhares ainda.
Enfim, confesso aqui que naquele momento optei por não comprar um possível briga com o hospital caso se recusassem a usar a fralda que levei.
Preferi me resignar e dar atenção ao que mais me importava no momento.

Bueno.

O início de fato se deu quando chegamos em casa com ele, dois dias após o nascimento.

bebê Tito, 2 dias.


As fraldas descartáveis do hospital vazavam toda hora, cheguei e já pus a primeira de pano, que... Vazou!
Claro!
Fraldas de recém nascidos vazam amigxs.
Vazam ou explodem de tanto cocô, de tanto que mamam, eu sei lá porquê.

As primeiras semanas, o primeiro mês e meio mais ou menos foram de dias com muitas vazamentos, cocôs que escorriam roupa a fora. Troca de fralda a cada 1h30, quando chegava a 2h era sucesso comemorado, e quase toda troca de fralda exigia troca de roupas também.

Haja figurino pra este gurizinho!

Recorri à Cris, que como sempre foi super prestativa, me fez varias perguntas sobre como estávamos utilizando. Estava preocupada, será que fazia algo errado? Será que daria certo?

Depois que conversei com ela cheguei à conclusão de que faltava Tito crescer mais um pouco.

Pesquisei e vi que poderia tb usar “fralda tipo cremer” para “preencher” a fralda, mas não cheguei a usar. Fomos investindo nos absorventes e ajustes nos elásticos caseados, até que, “clique”, deu certo!

Quando vimos estávamos espaçando as trocas e usando exclusivamente a fralda de pano!

Lembrando que meu bebê nasceu com 3.940kg, e que a maioria das marcas nacionais diz que a partir de 3,500kg de bebê já rola Fralda de pano. Aqui não foi bem assim. Mas nem por isso deixamos de usar, afinal de contas, eu acredito que a adaptação ao novo modelo também estava em jogo.
Por isso, Di e eu embarcamos de cabeça!

Tito é grande, e cresceu muito rápido no primeiro mês (continua bebê gigante). Fato que nos ajudou ainda mais. Porque como eu já tinha lido, a partir dos 5kg do bebê tudo fica mais fácil.

Assim entramos no mundo exclusivo das fraldas de pano.

Minhas considerações:

- Primeira coisa: Fralda ecológica, não é fralda descartável. Parece bobo, mas isso implica em mudarmos o nosso "registro". Muda o eixo. É outra coisa. Então, não adianta querer usar a ecológica com a cabeça da (falsa) praticidade da descartável. Digo falsa, porque na descartável a gente joga no lixo e transfere a responsabilidade daquele resíduo para outros. Fecha a tampa da lixeira, e alguém que resolva o que fazer com o cocô do meu filho. Na ecológica, somos chamadxs à atender esta responsabilidade. E olha, não dói nada e ainda dá um sensação delícia de estar contribuindo com o meio ambiente.

- Por orientação da Cris da Eco Lógica, nós optamos por um enxoval multimarcas de produção nacional, outra hora posso falar sobre cada uma delas e minhas impressões.

- São 20 fraldas sendo 16 diurnas e 4 noturnas. 40 absorventes entre faixas e os de dobrar.

-Liner, dry fit, melton, pull, botões caseados, capas anti vazamentos, é tanto nome e termos em inglês que parece complicado. É um pouco mesmo.
Tô tentando fazer um glossário (há um mês, mas tá fogo parar para pesquisar tudo) pra colocar no final do texto.

- Comprei algumas Chinesas , por curiosidade para experimentar.
  Hoje em dia tem durado o mesmo tempo que as nacionais, em média 4-5 horas (às vezes até mais!)entre uma troca e outra.

- Eventualmente uso a descartável, recentemente pegamos 4 dias direto de chuvarada na praia, sem máquina de lavar e quase nada de espaço para secar, aí usamos. Foi chato, achei que tive que trocar mais vezes e Tito ficou vermelhinho.

- Não Assa mesmo!
Tito (tinha-4meses-quando-comecei-a-escrever-este-texto-hahahahahahahaha), hoje tem 5 e meio e até aqui nunca ficou assado.
A explicação que a Cris me deu lá naquela tarde delícia na casa dela foi de que o fato de ser de tecido faz com que a pele respire. E que as fraldas descartáveis tem tanta porcaria para absorver o xixi que acaba absorvendo a umidade da pele. Aí resseca. Aí tem que usar pomada para curar o que a fralda produz. Coisa de louco! Eventualmente uso a pomadinha de calêndula da Weleda para bebês e tá tudo lindo.

- Antes que me pergunte: Não se gasta mais água lavando uma de tecido do que se gasta produzindo uma descartável. Fato!

- Não é aqueeeeeeela trabalheira da época das nossas avós. Longe disso!

- Lavo fraldas dia sim dia não.

- A máquina lava tudo.

- Sol tira manchinhas.

- Procuro já deixar montadas para facilitar na hora da troca.

- A família estranhou no início. Só eu e o Di trocávamos. Aos poucos foram se acostumando também. Hoje vovó e dinda já se aventuram!

- Hoje estamos todos superbem adaptados.

Será que adaptou bem?


Meu ponto negativo:

- A única coisa que me incomoda é que as roupas deixam de servir mais cedo por causa da bunda de pano. Então, se pretende usar FP nem inventa de comprar roupa RN, vai direto pro P (ou M, no nosso caso!). Nada de mais tb.

Então é isso, por aqui, caso de amor com nosso bunda de pano delícia!

Se você tem dúvidas, ou alguma pergunta, me escreve que adorarei responder!

❤ beijos, fui catar criança pela casa!


Mudamos

fevereiro 15, 2018



Nosso Blog recebeu algumas repaginadas ultimamente.
Longe de dar toda a atenção que eu gostaria, dinda Katherine (dinda da Olga) se empenhou em melhorar as coisas por aqui. Gracias minha querida!

Mudamos o endereço e o layout. E seguimos.

❤ beijos, e fui !

Olga

Mundo Colorido

janeiro 14, 2018


Meu Mundo não ficou azul porque tenho um menino.
Nem nunca foi cor de Rosa porque já tinha Olga. 
Meu Mundo que já era multicolor se coloriu ainda mais depois que ele chegou. 

Isso sim. 

Tito chegou como quis, no dia e hora que ele quis. 
Ainda não consegui parar para relatar com a atenção que esta experiência merece. 
Mas ei de fazer em breve.
Por enquanto, vim dizer que estamos bem, felizes e nos adaptando a nova vida em família que se iniciou no dia 05/09.


doula

Relato de Parto: Tito

janeiro 14, 2018

O relato desse parto começa lá em 2013, quando com 36 semanas da gestação de Olga, o obstetra fofinho, que nunca queria falar sobre o parto, me colocou literalmente na parede para agendar uma cesariana. Eu, fragilizada e completamente na defensiva pedia para que ele me deixasse "tentar" o parto normal. 


Depois de muita insistência minha ele disse que "até" faria o parto normal, mas que cobraria taxa de disponibilidade, que pediatra e anestesista cobrariam e que o total seria mais ou menos uns R$ 6.000,00. Saí do consultório arrasada e com a única certeza de que não voltaria mais lá. E não voltei. Depois de alguns dias de busca consegui horário com uma obstetra que "aceitava" esperar eu entrar em trabalho de parto. Iniciei, mas logo no começo Olga fez mecônio, e a coisa acabou numa cesariana de emergência. Fria, baseada no medo e na impessoalidade. Na época eu sofri, me senti incapaz, tudo junto e misturado com a felicidade de ter minha primeira filha nos braços. Mesmo naquele momento eu pensava que ainda teria um parto normal (eu sempre soube que teria mais de um filho ou filha!).

Bem. O tempo passou, eu li, vi, ouvi muita coisa sobre parto natural, e este ano recebemos a linda notícia que Tito estava a caminho. Desta vez eu tinha certeza de que não deixaria que tomassem as decisões e os rumos sobre meu corpo e a vida de meu filho por mim. Sem eu entender e estar apropriada sobre a situação. 
Depois de entender que a obstetra atual (era a mesma do parto da Olga ainda), era mais inclinada à cesariana, lá fui eu atrás de um obstetra humanizado, pelo plano de saúde, coisa rara por aqui. Eu ainda tinha a preferência que fosse uma mulher e mãe. Depois da maternidade aprendi que desenvolvemos uma cumplicidade muito bonita entre mães. Depois de ter filhxs, qualquer um poderia ser a nossa criança. 

Foi aí que eu sofri mais uma vez. 

A DPP do Tito era para 05/09, semana do Simpósio Internacional de Assistencia ao Parto, Doulas e Familia, o SIAPARTO. E por isso, as médicas da minha lista não estavam pegando gestante com previsão de parto nesta data... muitos contatos e pedidos de indicação a minhas amigas depois, num mesmo dia recebi duas indicações de pessoas diferentes. E o curioso é que eram justamente da mesma obstetra. A esta altura já tinha reencontrado Zezé, uma Doula muito especial, que eu não tinha conseguido ter ao meu lado na gestação anterior. 
Fomos conhecer a Dra Maria Fernanda, e lá abri meu coração a ela, que me acolheu e veio junto nessa viagem comigo. Estávamos com 15 semanas. A gestação ocorreu tranquila, apesar de cansativa e dos enjôos. 

Pulemos ao parto:
Alguma coisa me dizia que esse parto seria com trabalho de parto de verdade! E assim foi.

Depois de quase duas semanas de pródomos que não engrenavam, homeopatia, florais e 3 sessões de acunpuntura, no dia 04 de setembro tive uma boa conversa com a Zezé. Parece que precisava ouvir aquelas belas palavras dela. Me disse para tomar um banho bem relaxante, fazer massagem, conversar com ele, com a lua que estava entrando na fase cheia... que me despedisse de verdade da barriga... e assim foi... fiz tudo, conversei muito com Tito e fui dormir...


Acordei às 4h pensando que não era o dia ainda... cochilei... alguns minutos depois acordei com a bolsa rompida. Mandei um Whats para Zezé e fui para o chuveiro. Em seguida iniciaram as cólicas e as contrações. Fracas. Di falou com a querida Dra Maria Fernanda. Olga acordou às 5h, empolgadíssima. Ligamos para meu pai que logo veio buscá-la... me deu um aperto no coração... sabia que era a última vez que a via como filha única. 

Zezé chegou, fez massagem, ouvimos mantras, nossa playlist do parto, rimos e fomos curtindo aquele momento. Contrações foram chegando de verdade. Fortes. Profundas. Decidimos ir a maternidade as 7:30. Lá eu sabia que precisava ficar tranquila e conectada com meu bebê. Me esforcei para não dar bola para as coisas que ouvimos no hospital. Chuveiro, bola, massagem, colo, abraços, dor. Que dor maluca de amor é essa, que eu nunca pensei em desistir ou que sofria, ou que não conseguiria? A cada contração uma vocalização forte, doída, uma cura. A cada contração todo o percurso passava pela minha cabeça... o parto da Olga, o obstetra fofinho que queria me obrigar a agendar a cesariana, os viários caminhos atrás de uma obstetra que tivesse opção pelo parto natural.. tudo junto ao mesmo tempo. A cada contração, o Diego e Zezé me enchendo de carinho e compreensão. Quando a coisa apertou mesmo, lá estava minha obstetra querida me abraçando e dizendo que eu conseguiria. Que dor de amor é essa que a cabeça comanda? No meu Mundo ideal, nosso parto não teria intervenções médicas desnecessárias. E no meu olhar assim foi. Naquele 05 de setembro eu aceitei analgesia com 7cm e uma episio respeitosa, se é que se pode falar assim, quando Dra Fernanda explica o que acontecia e me pergunta se pode fazer. Foi muito rápido, eu exausta, ele cansado e trancadinho. 
Naquele 05 de setembro eu vivi 12horas de trabalho de parto. 12 lindas horas. 

Saí do parto pronta para bater uma corrida, de tanta felicidade! Ele mamou como um profissional no assunto. Ele veio pronto, no tempo dele. Não tomou banho e ficou comigo. E estamos desde então, completamente grudados de amor e leite. 
Tito chegou naquele 05 de setembro de 2017, as 16:29, com 3,940kg e 53,5cm me mostrando que bebê grande nasce e que eu sabia parir. 



#Tito 
#relatodeparto

diário de bordo

Diário de bordo: 33 semanas, uau!

julho 18, 2017

E então chegamos às 33 semanas!
O cansaço voltou, estou completamente sem noção do meu tamanho, ando me batendo por tudo quanto é canto, voltei a sentir enjôos esporádicos e a azia virou minha companheira diária!
Já tem leitinho no peito de mamãe e a sensação de ser uma elefanta a cada vez que preciso me virar na cama. Nossa, como essa parte é difícil, tinha esquecido completamente!
Tito já tem algumas coisas para não os pegar de surpresa. Só ainda não me encorajei a lavar as roupas, nem as fraldas ecológicas que precisam de 5 lavadas antes de serem usadas. 
Passamos por um sustinho nas últimas ecos quando foi diagnosticado “polidrâmnio”, que é excesso de Líquido Aminiótico, medido a partir de um índice chamado ILA.
Fiz o que não se faz e me fui para o Dr. Google pesquisar sobre, e claro que fiquei superpreocupada… mas depois de mais duas avaliações, a possibilidade mais forte é que isso seja em razão do tamanho dele mesmo… tem estado mais ou menos de 2,3 semanas maior do que sua idade gestacional! Torcemos para que seja isso mesmo!
A ansiedade começou a bater. Compramos bola de pilates hoje e amanhã inicio rotina de exercícios de preparação para o tão sonhado parto.
Tito tem me enchido de tanto amor e paz com suas mexidinhas que não param o dia todo, quando responde a voz da mana ou do papai… Me derreto toda, e às vezes custo a acreditar que vou ter a oportunidade de viver todo esse amor avassalador novamente.
Estou completamente apaixonada! ❤️

chá de fralda

Diário de Bordo: Chá de bebê, fraldas e otras cositas más.

junho 08, 2017

Buenas. O tempo ruge por aqui, Tito cresce e enche mamãe de amor e de pança! 
Mas hoje eu quero falar de chá.
De bebê, de revelação, de fraldas, seja lá.
Na gestação de Olga, não fiz, e não me arrependo.
Agora, juro que estava tentando eu mesma me convencer de fazer.
Mas acabei me convencendo do contrário: eu não gosto de chás.
Não adianta forçar a barra.
Acho estranho pedir presentes, acho estranho (e meio sem graça) aquelas brincadeiras, acho mais estranho ainda o clássico de convidar só mulheres (como se os homens não fossem parte fundamental para efetivação do evento), acho tudo muito estranho.
Se já me diverti em chás? Claro! Vou sempre que convidada, prestigiar amigas e amigos. Mas de terceiros, não meu! 
Respeito profundamente quem opta por fazer, mas esse negócio não é pra minha pessoa.
Fico pensando se pode ser porque fiz Chá de panelas e detestei ser pintada, ridicularizada, (mesmo até dei umas boas risadas), gastei e ganhei um monte de cacarecos? Pode claro! 
Tem também o fato de que nesta nova experiência com Tito, nós já optamos por usar Fraldas Ecológicas, de repente até arriscar uma tentativa de Higiene Natural (tô estudando ainda, mas preciso ter ele nos braços para nos conhecermos e ver se rola). Aí teria que entrar em discussão sobre tipo de fraldas com tanta gente que só de pensar já me dá preguiça….
A outra decisão importante que tomamos foi de ao invés de gastarmos com chá, investimos na contratação de uma Doula muito especial. Tem sido um grande aprendizado sobre mim. Meu corpo, minhas possibilidades. Uma segurança, um apoio feminino encantador.
Uma pessoa que já tem sido muito importante neste caminho, e que com certeza será ainda mais até o final da gestação.
E por último e tão importante quanto, é que o enxoval dele está sendo 1001 vezes mais enxuto do que foi o primeiro, já sacamos que bebê precisa mesmo é de mamá da mamãe, fralda limpinha, muito colo, sling e um bebê conforto para passear com segurança no carro, o resto é fru-fru e consumismo desenfreado.
😘✌🏼

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