Diário de Bordo: 12 semanas

março 01, 2017

As doze semanas são um marco importante para qualquer mãe gestante (de primeira ou de segunda!).
O bebê deve estar do tamanho de um limão, mais ou menos.
Mas além do tamanho, as famosas 12 semanas, em tese iniciam um período mais tranquilo para a mamãe.
Especialmente para mãezocas como eu que já passaram por uma perda. A dor da perda passa mas deixa um rastro de incertezas nas próximas gestações.
Senti isso na da Olga, e sinto muito agora.
De acordo com o “BabyCenter”:
[Seu enjoo deve estar melhorando, e logo você terá mais energia no dia-a-dia. Também deve estar mais aliviada porque o risco de aborto espontâneo agora diminui drasticamente.]
Bueno.
Por aqui a coisa está puxada.
enjôos: Já tinha ouvido falar que q gente esquece de uma gravidez para ter coragem de ter outra. E hoje eu confirmo. É isto mesmo. Os enjôos estão chatos, persistentes e por vezes se transformam em vômitos e/ou excesso de salivação. Coisa linda de ver! SQN!
cansaço, desânimo e vontade de dormir e ficar atirada como se não houvesse amanhã: Isso tem sido muito difícil. Na da Olga eu trabalhava bastante, mas é impressionante como eu tinha tempo de descansar! Agora, quando tento dar uma deitada ela chama, pede ajuda, fica com fome, com sede, com qualquer coisa que me faça sair do meu canto. Aí eu já me sinto culpada porque não estou conseguindo atender minha filha como ela precisa e fico pior ainda…
cheiros: o Di sempre dizia que na gravidez da Olga eu estava evoluída como nos jogos de vídeo game. Cheiros, sabores, tudo muito aguçado. Isso segue desta vez também. A qualquer momento qualquer cheiro me faz enjoar.
sono/dificuldade para dormir: doido. Mas passo o dia com sono e tenho dificuldade para dormir à noite. O que me ajuda é que um dos medicamentos para o enjôo dá um sono delícia. Aí tomo ele de noite e dá tudo certo!
Xixi pra que te quero: muuuuuito xixi.
Comidas: ando com dificuldade para comer. Passo mal com pães, e quase com qualquer coisa. Eventualmente (e medicado) consigo comer de boa. As únicas coisas que não me enjoam são picles e conservas. Frutas às vezes dá. Água só com gás. Ufa! 
Parte Boa: também já tinha lido que depois do primeiro filho a gente sente o bebê mais cedo. E isso eu tô amando! Não sinto bem ele se mexer, mas já sinto uma espécie de bolinhas no baixo ventre, como se fosse gases, mas beeem lá embaixo. Uma delícia é um sopro de vida, que insiste em me dizer: “aguenta aí mamãe, já vai passar essa fase tumultuada!” ❤️
Então agora cá estou, acreditando no milagre e paraíso de disposição do segundo trimestre, mas já felizona e cheia de expectativas sobre quem está aqui dentro e o quanto vai transformar nossas vidas.

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